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Saco de Plástico é a Opção Mais Ecológica (Comunicado APIP)

No seguimento das recentes notícias e debate político sobre os sacos de plástico e o seu impacto ambiental, a indústria pela voz da Associação Portuguesa de Indústria de Plásticos (APIP), informa e esclarece acerca da importância e valor do saco de plástico quer na sua vertente ambiental como económica.
Alguns aspectos importantes resumem os argumentos que demonstram que o saco de plástico é a melhor opção tendo em conta as soluções alternativas actualmente existentes:

  • O impacto ambiental do saco de plástico é reduzido sendo a melhor opção para o ambiente:
  • Comparativamente aos sacos de plástico, a produção e utilização de sacos de papel gera 70% mais poluição atmosférica
  • Os sacos de plástico ocupam menos espaço nos aterros municipais – a sua substituição por papel aumentará o volume nos aterros em 160%
  • A grande maioria dos sacos de plástico, nomeadamente, os “sacos saída de caixa” é reutilizada pelos cidadãos
  • A produção de sacos de plástico consome menos de 4% da água necessária para a produção de sacos de papel
  • Pela sua resistência e leveza o saco de plástico transporta maiores quantidades com menos emissões de CO2
  • Verificamos também que o sector dos plásticos representa uma fonte significativa de receitas para a Sociedade Ponto Verde o que representa um exemplo do contributo que este sector tem tido no incentivo à reciclagem. A indústria de plásticos tem estado sempre na vanguarda da inovação ambiental tendo vindo a demonstrar total disponibilidade e empenho no cumprimento desses objectivos.

  • Por outro lado têm sido divulgadas várias notícias que responsabilizam os sacos de plástico pela morte de animais marinhos e aves que é necessário desmistificar. Este tipo de argumento é igualmente falso. O biólogo marinho, Professor Geoff Boxshall, em declarações ao Times afirmou: “nunca vi qualquer ave a ser morta por um saco de plástico. Outras formas de plástico no Oceano são bem mais perigosas, apenas uma proporção mínima é causada por sacos de plástico”. Também David Santillo, biólogo marinho do Greenpeace afirmou ao Times que “é bastante improvável que muitos animais morram devido aos sacos de plástico” (…) “pelo contrário, não estamos a resolver os problemas de desperdício focando-nos no saco de plástico”,1 acrescenta.
    Recentemente divulgadas também algumas notícias relativas à criação de uma taxa sobre o saco de plástico. Vários são os países que têm recorrido a aplicação de taxas neste sentido, no entanto, verifica-se que a forma limitada como é analisado o saco de plástico não tem conduzido aos resultados desejados, existindo mesmo já iniciativas para fazer recuar essas medidas. Veja-se o caso da Irlanda, país pioneiro na aplicação da taxa (em 2002), onde três anos após a criação da mesma se verificou que o volume de plástico nas lixeiras não diminuiu verificando-se por sua vez um aumento da quantidade de papel. Evidente é também o aumento em 400% das vendas de recipientes para o lixo (de plástico) um sinal claro da não reutilização do saco de papel 2
    Desta forma, e avaliando o impacto do saco de plástico sob os três vectores cruciais na análise ambiental (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) verificamos que esta é a melhor opção a diversos níveis. A indústria de plásticos tem procurado apoiar na redução, reutilização e reciclagem a fim de dar continuidade a um sector inovador e que procura tirar o máximo partido das mais valias que este material traz para o desenvolvimento da sociedade em geral.
    O que é importante nesta fase é a sensibilização do cidadão comum para a reutilização e separação para reciclagem correcta do saco de plástico. Este é o primeiro passo para resolver a questão ambiental que tem surgido em torno deste tema. De outra forma, nenhuma das medidas actualmente apresentadas resultará da forma pretendida.
    Para mais informação contactar: Hill&Knowlton
    Ana Martins/Teresa Figueira; 214136200; ana.martins@hillandknowlton.com
    1 Mostrous Alexi, “Series of Blunders Turned the Plastic Bag into the Global Villain”, The Times (versão Online), 8 de Marco 2008.
    2 Relatório da Agência de Protecção Ambiental Irlandesa, Dezembro 2005

    Novo Organismo de Certificação

    A PLASGAL mudou de Organismo de Certificação. O novo Organismo é a SGS ICS, do grupo SGS – Société Générale de Surveillance S.A..

    Sobre o Grupo SGS

    Constituído em 1878, o grupo SGS – Société Générale de Surveillance S.A., com sede em Genebra – Suíça, é a maior organização mundial no domínio da inspecção, verificação, análise e certificação. Com mais de 48000 colaboradores, a SGS opera uma rede de mais de 1000 escritórios e laboratórios em todo o mundo. O grupo está presente no nosso país desde 1922, através da SGS Portugal.

    Os seus serviços abrangem áreas de negócio tão diversas como a certificação de sistemas e serviços, a supervisão de produtos agrícolas, o sector automóvel, o ambiente, segurança e energia, a indústria, entre outros.

    A SGS ICS é o Organismo líder em Serviços de Certificação de acordo com diversas normas, incluindo ISO 9001:2000, ISO 14001:2004, OHSAS 18001, ISO 22000 e Sistemas de Gestão do Produto e do Serviço. Os certificados SGS ICS são reconhecidos e respeitados mundialmente, dada a longa experiência em certificação nos mais diversos ramos de actividade económica.


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